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Igreja Evangélica Congregacional de Vila Mury

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A TRAVE NO OLHO.


Um casal, recém casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo. Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela, uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
-Que lençóis sujos a nossa vizinha está pendurando no varal! Que horror, está precisando de um sabão novo... Deus me livre... Colocar uns lençóis imundos desse jeito pra todo mundo ver... É muita coragem.
O marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou outra vez com o marido:
-Aderbal, olha lá... De novo, a nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade com ela perguntaria se quer que eu a ensine a lavar as roupas! O que você acha?
Calado permanecia Aderbal sem nenhum comentário.
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia sempre o mesmo discurso enquanto a vizinha pendurava seus lençóis no varal.
Passado um mês,a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, empolgada foi imediatamente dizer ao marido:
- Aderbal, veja, ela aprendeu a lavar as roupas. Será que a outra vizinha lhe ensinou? Porque eu não fiz nada...
O marido calmamente respondeu:

- Não meu bem, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!


E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho?

Lucas 6:41


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

TÁ DIFÍCIL? APENAS EMPURRE A PEDRA.


 Certa vez, Deus falou para um homem e disse-lhe:
- "Quero que empurre esta pedra sem parar, que nada te faça parar de empurrar essa pedra, empurre-a com toda tua força e toda a tua vontade."

Surpreso o homem resolveu obedecer.

Dia a dia ele pelejava com seus ombros escorados na fria e maciça superfície da pedra,
empurrando-a com toda a sua força, mas ela não se mexia.
E depois de certo tempo numa noite, aborrecido, retornou a sua casa, sentindo que o seu esforço era em vão.

Percebendo o desânimo do homem, o inimigo decidiu entrar em cena colocando pensamentos
em sua mente desgastada: “Você tem empurrado essa pedra por tanto tempo, e ela ainda não se moveu. Não acha melhor desistir? Deixe essa tarefa para outro.”

Esses pensamentos minavam o seu espírito e davam-lhe a impressão de que era um fracassado.
Pensando em desistir, orou ao Senhor e disse:

- “Senhor, tenho trabalhado duro e por muito tempo em Teu serviço, colocando toda a minha força
para fazer aquilo que o Senhor me mandou; entretanto, após todo esse tempo não consegui mover a pedra nem por um milímetro. O que está errado? Por que tenho falhado?”
 O Senhor, em sua infinita misericórdia e conhecendo a aflição que tomava conta daquele coração, respondeu-lhe:
- “Meu filho, quando eu lhe disse para me servir e você aceitou, expliquei-lhe que o seu trabalho seria empurrar a pedra todos os dias, e é o que você tem feito. Eu nunca lhe ordenei que a movesse.
Por que você pensa que falhou? Olhe-se! Seus braços estão fortes e musculosos, suas costas enrijecidas e bronzeadas, suas mãos estão curtidas, suas pernas se tornaram musculosas e firmes. Todos esses atributos lhe fazem melhor do que antes.

Você não moveu a pedra, mas, observe que o seu chamado foi para empurrá-la, exercitando sua fé e confiança em Mim. E isso você fez.

AGORA, EU MESMO MOVEREI A PEDRA!"

Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, tendemos a usar nosso intelecto para decifrar o que Ele quer de nós, quando na verdade o que Ele deseja é, apenas, nossa obediência e fé.
Em todos os sentidos, exercite a fé que remove montanhas, mas saiba que continua sendo Deus quem as move.

Assim…
Quando tudo lhe parecer errado, apenas E.M.P.U.R.R.E.!
Quando o trabalho lhe deixar pra baixo, apenas E.M.P.U.R.R.E.!
Quando as pessoas não agirem da maneira que você espera, apenas E.M.P.U.R.R.E.!
Quando o seu dinheiro for embora e as contas ficarem, apenas E.M.P.U.R.R.E.!
Quando as pessoas não compreenderem você… apenas E.M.P.U.R.R.E.!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

AS QUATRO ESTAÇÕES DE NOSSA VIDA



Um homem morava no deserto e tinha quatro filhos ainda adolescentes.
Querendo que seus filhos aprendessem a valiosa lição da não precipitação nos julgamentos, os enviou para uma terra onde tinha muitas árvores. Mas ele os enviou em diferentes épocas do ano.
O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono.
Quando o último deles voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto.
O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo.
O segundo filho discordou e disse que na verdade as árvores eram muito verde e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro.
O terceiro filho disse que eles estavam errados, porque elas estavam repletas de flores, com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa!
Já o mais novo discordou de todos e disse que as árvores estavam tão cheias de frutos que até se curvava com o peso, passando a imagem de algo cheio de vida e substância.
Aquele pai então explicou aos seus filhos adolescentes que todos eles estavam certos.
Na verdade eles viram as mesmas árvores em diferentes estações daquele mesmo ano.
Ele disse que não se pode julgar uma árvore ou pessoas por apenas uma estação ou uma fase de sua vida.
Ele explicou que a essência do que elas são, a alegria, o prazer, o amor, mas também as fases aparentemente ruins que vem daquela vida só podem ser medidas no final da jornada quando todas as estações forem concluídas.
Se você desistir quando chegar o “inverno”, você vai perder as promessas da primavera, a beleza do verão e a plenitude do outono.
Não permita que dor de apenas uma “estação” destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida por apenas uma fase.
Persevere através dos caminhos dificultosos, e épocas melhores virão com certeza!
Viva de forma simples, Ame generosamente, Se importe profundamente, Fale educadamente...
E deixe o restante com Deus!
A felicidade mantém você doce.... Dores mantém você humano... Quedas te mantém humilde... Sucesso te mantém brilhando... Provações te mantém forte.
Mas somente Deus te mantém prosseguindo.



colaboração: diário da esposa de pastor

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

PEÇA COM FÉ...



CHEQUE EM BRANCO

John McNeil, pastor nas ilhas britânicas, relata que certa vez pastoreou uma igreja que tinha pesadas dívidas. Isso o preocupava, e ele orou muito a respeito.
Certo dia um estranho foi ao seu escritório e disse-lhe que tinha conhecimento da dívida da igreja e se ofereceu para ajudar.
A seguir, deixou um cheque em branco sobre a escrivaninha do pastor e o instruiu a levantar o valor exato da dívida e preencher cheque na quantia necessária, prometendo retornar mais tarde para assinar o cheque. 
O pastor não podia crer no que acabara de ouvir. Depois que o desconhecido partiu, ele começou a racionalizar: "Isso não pode ser  verdade. Será que esse homem entende que nossa dívida chega a milhares de libras? Duvido que pagasse tudo, se soubesse o total. Mas, ele me mandou colocar o valor completo. Não, isso  seria injusto; seria querer tirar vantagem. Vou  colocar só a metade do valor." E foi o que ele fez.
Quando o estranho retornou, assinou o cheque sem hesitar. Obviamente estava falando sério.

O benfeitor da igreja era um filantropo muito rico. Quando o pastor entendeu que o homem era plenamente capaz de cobrir a dívida, desejou ter escrito o valor total que a igreja devia, mas era tarde demais...

"Peça-a, porém, com fé, não duvidando; pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, que é sublevada e agitada pelo vento. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa, homem vacilante que é, e inconstante em todos os seus caminhos" - Tiago 1.6-8.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

qual o seu preço?


"Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se
ou destruir a si mesmo?"
                                                                                                                 Lucas 9:25
 
Reflexão:

   Certa vez um jovem foi a um homem sábio, pedir conselhos. O
homem sábio disse que precisava fazer duas perguntas primeiro. Ele
propôs uma situação imaginária. Ele disse - “Imagine que você nunca
seria pego e ninguém seria prejudicado. Ninguém perderia nada. Se
estas circunstâncias fossem garantidas, você mentiria por
R$10.000?” O jovem pensou um pouco e respondeu. “Sim, por R$10.000,
se ninguém soubesse e ninguém fosse prejudicado. Eu mentiria.” O
sábio balançou a cabeça e disse. “Só mais uma pergunta. Você
mentiria por dez centavos?” Furioso, o jovem indagou “Que tipo de
pessoa você acha que eu sou?” O sábio respondeu. “Eu já sei que
tipo de pessoa você é. Estou apenas tentando estabelecer seu
preço.” O preço de Judas foi trinta moedas de prata (Mateus 26:15).
Acã trocou sua vida por duzentas moedas de prata e uma barra de
ouro (Josué 7:21). Muitos se afastaram de Jesus por medo dos
líderes religiosos (João 12:42-43). O inimigo oferecerá riqueza,
poder, aceitação ou qualquer moeda que comprará sua alma. E muitos
se vendem por quase nada. Qual é o seu preço? Não aceite nada menos
que a vida eterna que Jesus lhe oferece.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

mão no arado


Ainda outro disse: “Vou seguir-te, Senhor, mas deixa-me primeiro
voltar e despedir-me da minha família”. Jesus respondeu: “Ninguém
que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de
Deus”.
                                                                                                                  Lucas 9:61-62
 
Reflexão:

   O trabalhador, abrindo a terra com o arado, tem que olhar sempre
para a frente, senão ele se desvia e o sulco sai torto. Será que o
homem voltando a se despedir da família não seria distraído com
outro compromisso, e outro e outro…? Quantas vezes nós nos
comprometemos com Jesus e daí vem uma ligação, um convite, uma
“oportunidade imperdível”? Só tempos depois vemos o quanto fomos
desviados do Caminho. Quando Jesus nos chama a firmeza na decisão
de segui-lo ele está nos fazendo um favor. Cada desvio no caminho,
e há tantos, nos leva mais distante do nosso verdadeiro alvo – o
Reino de Deus.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

TRÊS CEGOS E UM ELEFANTE


Colocaram um elefante em frente de três cegos e disseram-lhes: "Há um animal na vossa frente. Toquem nele e depois digam o que é".
Nenhum daqueles três homens jamais tinham tido qualquer contato com um elefante, portanto, não faziam a menor idéia de como ele era. O primeiro aproximou-se, tocou numa parte do animal e disse: "Que animal esquisito... mais se parece com um muro". O segundo homem tocou em outra parte e disse: "Muro???... para mim, mais se parece com uma lança". "Pois, para mim, mais se parece com uma cobra!", exclamou outro, com um pouco de medo. "Bem...", disse um deles, "... também se parece com uma árvore". Todos riram. "Ou, com uma corda!". Finalmente, um deles tentou mais uma vez: "Que nada... se parece com um grande abanador". Riram ainda mais. 
"Tantas opiniões diferentes" dirá o prezado leitor. "Que grande confusão". Mas não é, pois, o elefante tem, na verdade, flancos como muros, dois grandes dentes como lanças, tem uma tromba que parece uma cobra, e pernas como pequenas árvores, o rabo parece uma corda e, as orelhas se parecem com grandes abanadores. Juntando tudo isto, temos uma descrição, quase perfeita, de um elefante! Cada um dos cegos "VIU" o elefante numa ótica, mas, nenhum deles pode "ver" o elefante inteiro, pois ele era muito grande.
Assim é também a nossa percepção de Deus: cada um de nós pensa que tem uma perfeita compreensão do seu ser, mas, Deus é grande demais para a mente de qualquer um de nós.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

UNIDADE


O colégio onde eu estudava, em menina, costumava encerrar o ano letivo com um espetáculo teatral. Eu adorava aquilo, porém nunca fora convidada para participar, o que me trazia uma secreta mágoa.

Quando fiz onze anos avisaram-me que, finalmente, ia ter um papel para representar. Fiquei felicíssima, mas esse estado de espírito durou pouco: escolheram uma colega minha para o desempenho principal. A mim coube uma ponta, de pouca importância.

Minha decepção foi imensa. Voltei para casa em pranto. Mamãe quis saber o que se passava e ouviu toda a minha história, entre lágrimas e soluços. Sem nada dizer ela foi buscar o bonito relógio de bolso de papai e colocou-o em minhas mãos e perguntou:

- O quê eu coloquei em suas mãos, filha?

- O relógio de ouro do papai, 
respondi.  

Em seguida, mamãe abriu a parte traseira do relógio, desvendando seu mecanismo para mim, e perguntou:

- O quê você está vendo aí atrás do relógio do papai?

- Ora, mamãe, aí dentro tem um monte de rodinhas e parafusos.

- E o quê é mais importante, a parte da frente ou a parte de trás do relógio?

- As duas 
- respondi prontamente.

Mamãe me surpreendia, pois aquilo nada tinha a ver com o motivo do meu aborrecimento. Entretanto, calmamente ela prosseguiu:

- Este relógio tão bonito, seria absolutamente inútil se nele faltasse qualquer parte, se tivesse a parte da frente sem a detrás ou a de trás sem a da frente. Mesmo a mais insignificante das rodinhas ou o menor dos parafusos, por mais escondido que esteja, é essencial ao seu bom funcionamento. 
Nós nos entrefitamos e, no seu olhar calmo e amoroso, eu compreendi tudo o que ele queria me dizer, sem que precisasse dizer mais nada.


ASSIM TAMBÉM EM CRISTO NÓS, QUE SOMOS MUITOS, FORMAMOS UM CORPO, E CADA MEMBRO ESTÁ LIGADO A TODOS OS OUTROS.
ROMANOS 12:5

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

AMOR DE PAI PRA FILHO

Certa vez fui convidado para falar durante um banquete numa sexta-feira à noite. Ao chegar em casa, de volta do seminário onde leciono, entrei com o carro na garagem e à luz do farol vi a bicicleta do meu filho Bob. Havia dias que permanecia na garagem com o pneu traseiro completamente vazio. Eu havia prometido consertá-lo, mas não encontrava tempo para fazê-lo. No dia seguinte, pela manhã, eu iria sair em viagem; por isso, ou o consertava agora ou o momento ideal nunca chegaria.

Chamei o Bob, pegamos a bicicleta e colocamos um remendo no pneu rasgado. A seguir, tomei um banho rápido, troquei de camisa e gravata e saí correndo para banquete.

Cheguei com apenas vinte minutos de atraso, mas o anfitrião já estava tendo úlceras.
- Por onde andava? perguntou ansioso.
- Perdoe-me o atraso, disse sincero, mas tive que consertar um pneu.
- Achei que seu carro era novo!
- É sim. Era o pneu da bicicleta do meu filho.


Puff! O sujeito perdeu a calma! Não poupou palavras. Rasgou o verbo, irado, insinuando que eu estava desperdiçando o precioso tempo dele e dos convidados por causa de uma bicicletinha. Quando parou para tomar fôlego, perguntei calmo:
- Já lhe ocorreu alguma vez, meu amigo, que para mim é muito mais importante consertar a bicicleta do meu filho do que participar do seu banquete?

Não muito tempo depois deste incidente, e u e o Bob jogávamos bola num parque quando lhe perguntei:
- Diga-me a verdade, filho, você me ama?
- Te amo demais, pai! respondeu ele.
- Fico feliz em ouvi isto. Mas por que você me ama?
- Porque jogamos bola juntos e você conserta a minha bicicleta.




Amai-vos ardentemente uns aos outros
com um coração puro.

I Pedro 1.22
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