Google+ Followers

Igreja Evangélica Congregacional de Vila Mury

segunda-feira, 30 de julho de 2012

DÍZIMO: OS 10% QUE NÃO É NOSSO



Em 1º lugar quero deixar aqui especialmente pra você que é crente em Cristo Jesus e já é membro de uma igreja que você e eu assumimos o compromisso de devolver os dízimos e ofertar fielmente na casa do Senhor, portanto devemos  honrar com a nossa palavra. 
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.
Mateus 5:37



A legitimidade do dízimo: Tudo pertence á Deus inclusive os 90% que restou do seu salário. Saber usar os 90% é um fator tão determinante quanto usar os 10% para definir sua prosperidade. O que adianta ser fiel em 10% e usar o restante de forma incontrolável e irresponsável, não seremos prósperos se não somos capazes de administrar corretamente os 90% que nos foi confiado.




O dízimo é um dos assuntos mais importantes na vida do cristão. Pode-se afirmar que, se o filho de Deus não for dizimista, jamais prosperará, pois ao deixar de entregar seu dízimo, essa pessoa não somente está desobedecendo ao Senhor, mas também se abrindo para as operações malignas do diabo na área financeira. Se o pastor irá fazer bom uso do dinheiro é um assunto de Deus e o pastor. Mas, se você não está entregando o seu dizimo a igreja é um assunto entre Deus e você.
No ponto de vista divino, errado está aquele pastor que usa o dizimo de forma errada da mesma está aquele que rouba à Deus não entregando os dízimos. Ambos deverão no momento oportuno se acertarem com Deus. Se o pastor usar o dizimo erroneamente Deus o considera como um ladrão, exatamente igual aquele que não entrega seus dízimos ao pastor por achar que ele lhe roubará.


Deus nos adverte na Bíblia que, se retivermos o dízimo seremos amaldiçoados pela nossa desobediência. Ciente dessa verdade, o diabo fará de tudo para que cristãos não entenda o porque do dízimo.


O que é dízimo?
Dízimo é a décima parte de tudo o que ganhamos, quer seja em forma de salários, presentes, doações, e receitas através de ganhos financeiros e investimentos. Um cristão de verdade deve separar 10% desse ganho e entregar a igreja.
>Gênesis 28: 22 - … então esta pedra que tenho posto como coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.
>Malaquias 3: 10 - Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança.

Quem foi o primeiro a entregar o dízimo?
O registro mais antigo foi de Abrão, que, depois de vencer uma batalha para resgatar seu sobrinho Ló, encontrou com o rei de Salém (Jerusalém), Melquisedeque, sacerdote do Deus Altíssimo, e a esse entregou a décima parte do despojo. Veja detalhes em Gênesis 14: 14 á 20 


A quem se deve entregar o dízimo?
O dízimo pertence ao Senhor, portanto, deve ser levado à casa do tesouro, à igreja onde você congrega e se alimenta espiritualmente. Quando o seu dízimo é entregue a igreja, o Senhor Jesus recebe a sua fé e obediência a Ele.

Como o homem rouba a Deus?
Deus chama o roubo o ato de reter o dízimo.


O que acontece quando damos o dízimo corretamente?
Malaquias 3: 11 - E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.


Qual é o castigo para quem não entrega o dízimo ao Senhor?
Deus não castiga Seu povo, mas adverte-o quanto as leis espirituais que o governa: Malaquias 3: 9 - Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação.

Basta uma pessoa ser dizimista fiel para prosperar?
Não. Tem que ser feito de coração.

Na Bíblia vemos diversas declarações sobre uma vida abundante, a qual é repleta de bençãos materiais que o Senhor deseja conceder-nos. Porém, Seus servos têm sido ensinados que a riqueza é má, e, portanto, esses acabam crendo que por serem pobres agradam ao Pai.
As pessoas que não entregam seus dízimos a Deus, também não conseguem ficar com ele. Nesses casos o devorador tem a permissão de recebê-lo. No entanto o devorador não se contenta apenas com os 10%. Ele, o devorador leva muito mais daqueles que não são fieis. Muitos se acham mais inteligentes. Alguns dizem “ eu não sou otário, não vou dar meus dízimos para encher o bolso do pastor.” Contudo, posso garantir-lhe que quem pensa e age assim, é o verdadeiro tolo dessa conversa. Pois, a maldição estará sobre ele, essa será sua recompensa por ser infiel a Deus. O infiel não tem fé de tirar apenas 10% de sua renda e entregá-lo para o sustento da obra do Senhor, porém entrega-o muito mais na farmácia e em outros lugares.
Qual é a recompensa por ser fiel?
São muitas, mas ficaremos com as que estão em Malaquias 12: 3 que diz: E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos exércitos.

Gn 28: 22 - então esta pedra que tenho posto como coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

O SAL E O CRENTE.




O sal é bom, mas se deixar de ser salgado, como restaurar o seu
sabor? Tenham sal em vocês mesmos e vivam em paz uns com os
outros.
                                                                                                             Marcos 9:50
 
REFLEXÃO: 

Sal tem o duplo beneficio de preservar e dar gosto. Na época de
Jesus sua função de preservar carnes e outros alimentos era muito
mais importante. O Cristão também tem propósitos parecidos. Nenhum
discípulo tem o poder de salvar. Mas, todos os seguidores de Jesus
trazem a mensagem daquele que salva e preserva a vida eterna. Além
disso, o discípulo que está devidamente ligado ao Mestre traz um
gosto especial à vida. A paz no meio da tribulação, a tranqüilidade
diante da perda e do sofrimento são traços distintivos dos
seguidores de Jesus. E quem conhece sua alegria sabe que não
depende de substâncias ou estímulos, mas, brota de um profundo
prazer na vida que só quem anda com Jesus experimenta. Quanto mais
perto de Jesus andamos, mais estas qualidades são evidentes em nós.
E isso não é só para nosso benefício, mas, para contagiar e
persuadir outros ao nosso redor. Como está o tempero Cristão em sua
vida?

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A ESCOLA DO DESERTO




Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.
O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar.
Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos.


Destacaremos, aqui, três verdades importantes:

1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos
Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração.
No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.
No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho.
Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus.
Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.

2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão
Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos.
Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria.
Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão.
Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.

3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra
Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo.
Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida.
Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus.
Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo.
Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra.
Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra.
Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento.



O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!

Pr. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 9 de julho de 2012

CONVERSANDO COM DEUS


 

orar é conversar com Deus. Não é um ritual, nem são frases do livro de petições deste ou daquele grupo religioso.
Quando oramos, mantemos um profundo relacionamento com o Senhor, sabemos que podemos clamar por um socorro em momentos difíceis e na hora da tentação, Ele sempre virá em nosso socorro.
Quando oramos tratamos diretamente com Deus e secundariamente com as pessoas, o alvo da oração é o ouvido do Senhor; a oração que influencia as pessoas passa primeiramente pelos ouvidos de Deus. E é Ele quem age.
Não é a oração que move as pessoas, mas o Deus a quem oramos, a oração move o braço que mobiliza o mundo e traz libertação.
O inimigo de nossas almas sabe que a oração é muito importante, foi dito que o diabo treme, quando contempla o menor dos santos de joelho; eis a razão de satanás nos manter ocupados, para que não oremos.
A combinação de oração e Palavra forma uma resistência contra os ataques do diabo, é aqui que ficamos inabaláveis no Senhor; A oração ajuda a desenvolver imunidade contra o mal.
O apóstolo Pedro nos exorta a sermos sóbrios, dedicados à oração (1 Pe. 4.7); Paulo diz que devemos orar em todo o tempo (1 Ts. 5.17); Judas diz: ”Edifiquem-se na santíssima fé que possuem, orando no Espírito Santo” (Jd. 20)Quando um boxeador abre a guarda e deixa uma brecha em sua devesa, o adversário atinge-o com um nocaute. 

Quando os cristãos abrem a guarda da oração, tornam-se alvos dos ataques do inimigo. É isso que a Bíblia nos adverte sobre as setas inflamadas do malígno (Ef. 6.16).
Nossa força espiritual vem através da oração; quando oramos e pedimos a ajuda de Deus, ou suplicamos em favor de alguém, tudo o que precisamos é nos lembrar do que Jesus disse: “Portanto eu lhes digo: tudo o que vocês pedirem em oração, creiam que já receberam, e assim lhes sucederá” (Mc. 11.24).
Somente termos força e capacitação espiritual para resistir ao diabo se nossa oração for clara e específica. Jesus, antes de escolher seus primeiros discípulos, orou a noite toda (Lc. 6.12,13) Diante de satanás, Jesus o resistiu mediante o uso da Palavra de Deus (Mt. 4), Ele disse aos seus discípulos: “Vigiem e orem para que não caiam em tentação”(Mt. 26.41).
Jesus “subiu sozinho a um monte, para orar” (Mt. 14.23); no auge do seu ministério, nos momentos de crise, “Jesus retirava-se para lugares solitários, e orava” (Lc. 5.16).
Jesus sempre mostrava aos discípulos a importância da disciplina na oração (Mc. 6.46; Lc. 9.28). Antes de subir à cruz, ele orou para submeter sua vontade à do Pai (Mt. 26.39).
A oração é o mais potente antibiótico na luta contra as pragas demoníacas, por meio dela e do estudo da Escritura, Deus se comunica conosco e mostra-nos sua perfeita e agradável vontade. Quando não sabemos orar como convém, o Espírito Santo “intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Rm. 8.26).
A oração é a corda que aciona o alarme nos ouvidos de Deus, alguns a movem devagar, porque oram de modo fraco; outros dão ocasionalmente um puxão na corda.
Quando oramos, o inimigo recua; quando intercedemos, comunicamo-nos com Deus, o Criador que nos ama e responde as nossas orações.
A renovação que muita gente experimenta é o resultado da oração do povo de Deus; este avivamento não se restringe a uma denominação ou segmento evangélico, é um despertamento que ocorre mundialmente no corpo de Cristo. O povo ora, adora e ganha o mundo para Cristo neste tempo do fim.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

O DESÂNIMO BATEU A SUA PORTA?



Nem responda, faça de conta que você não está em casa. Tenha certeza de que ele nunca lhe fará bem, sempre trará conseqüências desagradáveis para sua vida.
Deus, em toda a sua Palavra, exorta-nos a não desfalecer, não desistir, nem desanimar. Como Pai amoroso que é, não quer ver seus filhos derrotados, prostrados, vencidos: “Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não fatigueis, desmaiando em vossas almas” (Hb.12.3).

O desânimo pode impedir as realizações dos homens, pode conduzir-nos à depressão, revolta, murmuração, abatimento, fracasso, ou levar-nos a desistir da luta quando estamos prestes a vencê-la; pode fazer-nos abandonar a corrida a poucos metros da linha de chegada.

O desânimo não é algo extraordinário no ser humano; É um reflexo de nossa finitude, da nossa fragilidade e transitoriedade. Deus ”conhece nossa estrutura e sabe que somos pó” (Sl. 103.14).
Se nos sentirmos desalentados, certamente não seremos os primeiros, Moisés, Elias, Jonas, Paulo e muitos outros homens determinados e consagrados tiveram fases de abatimento.
Deus não promete livrar-nos desses momentos, Ele sabe que podermos superá-los e tirar lições deles, mas compreende, com amor, o desânimo do nosso coração, todavia, não devemos nos entregar a tal sentimento, precisamos Ter muito cuidado para que isso não aconteça!
Os servos de Deus que se sentiram abatidos em determinado momento não se entregaram ao desânimo.
Os heróis que tropeçaram não ficaram caídos, mas reergueram-se, prosseguiram, perseveraram. A perseverança é uma qualidade indispensável a todos os que desejam ser vitoriosos na vida. O Senhor Jesus ensina que devemos perseverar nas lutas, no trabalho, nos relacionamentos, na oração. 

Não há vitória sem luta, assim como não há conquista sem persistência. Não podemos desistir.

Experimentar o desânimo é um direito. Superá-lo é um dever. Entregar-se a ele é um pecado.

Quando nos entregamos ao desânimo: derrotados, pessimistas, achamos tudo muito árduo, muito difícil; enxergamos problema em tudo, desprezamos todas as ofertas de ajuda.
O Senhor está ao nosso lado, Ele não remove os obstáculos do nosso caminho, mas promete-nos sua força e sua companhia para que os ultrapassemos; Ele nos oferece os recursos de que precisamos para seguir em frente, cumprir a missão e vencer os inimigos, mas ele também requer de nós disposição, coragem, fé e reconhecimento.
“Tu, pois, cinge os teus lombos, e levanta-te, e dize-lhes tudo o quanto te ordenar; não desanimes diante deles, para que eu não te desanime diante deles” - Jr. 1.17 .
Se não valorizarmos o auxílio divino, nós o perderemos, precisamos orar sempre e nunca esmorecer; temos de desabafar, abrir o coração e pedir ajuda àquele que tem todo o poder e todo o amor para ajudar-nos:“Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas orças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (I Co. 10.13).
Mesmo quando não vemos a saída, precisamos perseverar, quando oramos e não vemos sinal imediato de resposta, somos tentados a sentirmo-nos desencorajados, magoados, desesperançados; mas, devemos continuar orando, trabalhando e pedindo; Não podemos desistir da luta, pois a solução certamente virá.
Deus aprecia que o procuremos com nossos pedidos de justiça. É ele mesmo quem o declara! “Julga a minha causa contra o meu adversário”, foi o clamor da viúva.
E quanto a você? Tem inimigos também? Eles o estão afligindo? Quem são os seus adversários? O diabo, os perseguidores, a penúria, a doença? Ou será você mesmo?
Não importa; vá a Deus, persevere, ele lhe fará justiça! Busque-o, não desanime, recorra ao Senhor.
Somos os escolhidos de Deus, não é do interesse dele que desanimemos, mas que nos fortaleçamos, vençamos e, através da luta e da perseverança, amadureçamos.
Deus diz que nos atenderá antes de desfalecermos.
Entregar-nos ao desânimo e afundar na apatia é o mesmo que chamar o Senhor de mentiroso.
Na vida, a única forma de perdermos a batalha é deixar de lutar, nossos adversários sabem disso e lançam mão de todas as armas para nos fazer desistir, se, porém, tivermos fé na vitória, fé em nós mesmos e, principalmente, fé em Deus, não haverá montanha por maior que seja que não consigamos remover.
A falta de fé caracteriza tanto os dias de hoje e retrata tão bem os tempos do fim, que muitas pessoas se dão por vencidas quando poderiam, perfeitamente, vencer.
Vamos deixar aos pés do Salvador todo o desânimo.