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Igreja Evangélica Congregacional de Vila Mury

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

graça de Deus


“Pois o Reino dos céus é como um proprietário que saiu de manhã
cedo para contratar trabalhadores para a sua vinha. Ele combinou
pagar-lhes um denário pelo dia e mandou-os para a sua vinha. “Por
volta das noves hora da manhã, ele saiu e viu outros que estavam
desocupados na praça, e lhes disse: ‘Vão também trabalhar na vinha,
e eu lhes pagarei o que for justo’. E eles foram. “Saindo outra
vez, por volta do meio-dia e das três horas da tarde, fez a mesma
coisa. Saindo por volta das cinco horas da tarde, encontrou ainda
outros que estavam desocupados e lhes perguntou: ‘Por que vocês
estiveram aqui desocupados o dia todo?’ ‘Porque ninguém nos
contratou’, responderam eles.“Ele lhes disse: ‘Vão vocês também
trabalhar na vinha’. “Ao cair da tarde, o dono da vinha disse a seu
administrador: ‘Chame os trabalhadores e pague-lhes o salário,
começando com os últimos contratados e terminando nos primeiros’.
“Vieram os trabalhadores contratados por volta das cinco horas da
tarde, e cada um recebeu um denário. Quando vieram os que tinham
sido contratados primeiro, esperavam receber mais. Mas cada um
deles também recebeu um denário. Quando o receberam, começaram a se
queixar do proprietário da vinha, dizendo-lhe: ‘Estes homens
contratados por último trabalharam apenas uma hora, e o senhor os
igualou a nós, que suportamos o peso do trabalho e o calor do dia’.
“Mas ele respondeu a um deles: ‘Amigo, não estou sendo injusto com
você. Você não concordou em trabalhar por um denário? Receba o que
é seu e vá. Eu quero dar ao que foi contratado por último o mesmo
que lhe dei. Não tenho o direito de fazer o que quero com o meu
dinheiro? Ou você está com inveja porque sou generoso?’ “Assim, os
últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos”.
-- Mateus 20:1-16

Reflexão:

do ponto de vista da lógica humana, a queixa dos primeiros
trabalhadores parece justa. Quanto mais se trabalha, mais se deve
ganhar. Isso pode ser justo quando buscamos receber o que
merecemos. Mas na economia do Reino, ninguém quer o que merece. Se
fôssemos receber o que merecemos estaríamos todos perdidos. O que
nós queremos é a graça. E a graça é sempre dada de acordo com
Aquele que a concede. Independente do tamanho do sacrifício, todos
nós somos igualmente devedores da graça de Deus. O pastor emérito e
a faxineira do prédio da igreja, o missionário que labora por
cinqüenta anos na seara e o aidético que se converte pouco antes de
sucumbir – cada um receberá a mesma medida da graça de Deus. A
atitude de cada um deve ser de gratidão pela imensa bondade de
Deus. Talvez os primeiros trabalhadores ficaram por último porque o
senhor deles já sabia da sua atitude - ressentimento ao invés de
gratidão. Tomara que a mesma coisa não aconteça conosco no porvir.
Não importa o tamanho do seu ministério ou da sua dívida em pecados
perdoados, o que Deus tem reservado para você é muito mais do que
você merece. Dê graças a Jesus pela graça de Deus.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

confiança em Deus

“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nEle, e o mais Ele fará”
Salmos 37:5


Jó era o homem mais poderoso do oriente e sua vida aparentemente era uma vida de intimidade com Deus.
Porque ele buscava com todo o seu entendimento ao Senhor. Os estudiosos da bíblia afirmam que Jó foi escrito depois de Gênesis, ou seja, Jó não sabia certamente o que Deus tinha como plano para seu povo, pois sabemos que Deus designa os seus desejos e leis a Moisés.
Uma das principais características de Jó era a sua gratidão perante o Senhor Deus, ele tinha tudo, riquezas, bens sem fim, uma família aparentemente unida. Mesmo assim Jó não havia se esquecido de agradecer a Deus tudo o que ele tinha dado. Você tem feito isso? Agradece ao Senhor por tua família e bens?
Jó ele era tão temente a Deus que até o Senhor disse: “Ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal”(Jó 1:8).
E com essa afirmação nos perguntamos: Será que Deus diria tudo isso de mim a seu inimigo? Será que tenho o temor que Jó tinha? Jó era poderoso, ele com o passar do tempo poderia ficar cego com seu dinheiro e poder aquisitivo, pelo contrario, não deixava a chama apagar, e com a sua fé no Senhor fazia sacrifícios.
Jó tinha tudo o que nós nos dias de hoje queremos a comunhão em sua casa, servos a seus dispor e todo o tipo de riqueza, e mesmo assim ele não abandonou o Senhor. Nós quando ganhamos uma casa na prais já “esquecemos” de agradecer, de ir à igreja e entre outras que nos afastam do Senhor. Esquecemos tudo o que passamos para alcançar o que temos hoje.
Jó mesmo depois de tudo o que passou sabia que Deus tinha um proposito para sua vida, portanto, mesmo que o mar não se abra tenha a certeza que Deus esta te observando o tempo todo, ele está atento a sua voz e Deus tem um proposito para todas as coisas quando confiamos nEle, pois a palavra fala em Colossenses 1:16 ”Todas as coisas foram criadas nele e nele encontram proposito”, ou seja, para estarmos nele temos que confiar em sua palavra, lê-la e vivenciá-la.
VOCÊ CONFIA EM DEUS?
É por isso que Deus Muitas vezes nos coloca num deserto e não entendemos o porquê daquilo. Mas saiba que o deserto é lugar de reencontro, do Senhor passar você de fase. Se observarmos, Jó passou por um deserto terrível, e o que ele fez? Confiou em Deus. Pode estar difícil, você pode estar no seu limite; mas não deixe de acreditar que Deus tem o melhor pra sua vida e pra história da sua família.
Você pode estar achando agora que Deus te abandonou, mas Deus está sempre no comando, o Diabo pode falar o contrario de tudo, mas não acredite nele não, ele só veio pra nos tentar tirar do caminho eterno.
texto estudos.gospelmais.com.br adaptado por Àdamo

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Jesus e o google

Vivemos em uma época que as pessoas têm uma enorme dificuldade de lidar com o tempo. Hoje, os serviços prestados que mais crescem são aqueles que atendem de imediato às necessidades das pessoas.

A sociedade se tornou imediatista, passa o tempo lutando contra o tempo, quer para ontem e consegue espera somente até hoje.
Essa cultura pós-moderna gerou pessoas que não querem ter que esperar, e, infelizmente, isso acontece também quando o assunto é conhecimento.
O Google oferece uma resposta rápida a todas as perguntas pesquisadas e isso não gera mais formadores de opinião, mas sim “transmissores de opinião”.
Perguntas como “Quem é Jesus de Nazaré?” já receberam aproximadamente 1.130.000 consultas no Google. Isso é preocupante, pois as informações do Google são de fontes diferentes, algumas boas, porém, outras ruins, capazes de produzir incredulidade. Para um site espírita, por exemplo, Jesus é um espírito evoluído; já para um site budista, Jesus é o Iluminado. São informações que contradizem a Palavra de Deus.
A melhor forma de buscar resposta para uma pergunta como essa é examinando as escrituras. Fora da Bíblia não existe resposta suficiente para responder quem é Jesus de Nazaré.
Assim como nós fazemos hoje tantas perguntas, jesus também fazia.
A primeira pergunta feita por Jesus foi dirigida aos seus pais carnais, quando sua mãe lhe disse “Filho, por que você fez isto?”. Ele então, responde fazendo duas perguntas “Por que vocês estavam me procurando?” “Não sabiam que eu devia estar na casa de meu Pai?”.
Os evangelhos também registram a última pergunta feita por Jesus, a qual foi feita antes de sua morte. Essa foi dirigida ao seu Pai espiritual “ Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”
Jesus foi referido por alguns comentaristas do Evangelho de Marcos, como “O grande interrogador”, aquele que faz perguntas.
A didática de Jesus em seus ensinamentos apresenta uma das ferramentas mais importante para o ensino, que é a arte de fazer perguntas.
Esse método também é conhecido como Socrático, uma prática muito famosa exercida pelo filósofo Sócrates, que consiste em parir idéias complexas a partir de perguntas simples, fazendo com que o ouvinte chegue por seu próprio raciocínio ao conhecimento ou a solução de sua dúvida.
Uma forma de explorar a mente humana é questionando-a. As perguntas confrontam o pré-conhecimento e ajuda as pessoas a chegarem as suas próprias conclusões, gerando assim mentes pensantes.
Jesus nos quatro evangelhos recebeu aproximadamente 183 consultas (perguntas), se todas essas perguntas fossem feita ao Google todos eles teriam uma resposta rápida, porém nenhum deles teriam respostas profundas. Das 183 perguntas feitas a Jesus, apenas 3 Ele respondeu diretamente (igual ao Google). As demais, Ele respondeu com parábola, silêncio e muitas outras vezes com outra pergunta.
Jesus não queria dar respostas rápidas como o Google  Jesus queria que a pessoa pensasse pelo menos no que esta perguntando,(o que não acontece no Google , Jesus queria também que a pessoa se dedicasse e trabalhasse na construção de sua própria resposta.
Nós não devemos buscar apenas uma informação superficial, pois calam nossas dúvidas de forma muito rápida. Precisamos de formação. A informação (Google) nos satisfaz, mas a formação nos capacita.
texto estraido de estudos.gospelmais.com.br com adaptações de Diác. Àdamo