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Igreja Evangélica Congregacional de Vila Mury

quinta-feira, 28 de março de 2013

os sãos não necessitam de médico


E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento. 
Marcos 2:17
Se alguém se acha muito justo pode estar certo de que para ele não será achado real valor em Cristo.
Porque ele não veio para os que são justos, ou melhor, que se acham justos, porque não há um justo sequer, senão apenas para os pecadores.
Enquanto não houver o reconhecimento da necessidade, esta jamais poderá ser suprida.
Como alguém irá se dobrar para beber da água da fonte da vida enquanto não tiver sede de vida eterna, por se achar já saciado com a água da sua própria justiça?
Pessoas que frequentam a igreja para terem a reputação de justas podem estar certas de que continuarão perdidas.
Perdidas em seus pecados não perdoados, porque não há cura disponível para quem não se considera cego.
Deus já nos deu o diagnóstico em Sua Palavra. Ele diz que sofremos do mal do pecado. Mas se me acho são, por que tomaria o remédio da salvação?
O que se considera justo e aprovado verá por fim que era um pobre coitado.
Cego endurecido pelo pecado. Que não conheceu a sua doença, e que também rejeitou não somente o parecer do médico dos médicos, como também a sua receita. A receita do arrependimento e da fé. A única pela qual poderia ser curado.

gospelmais.com.br adaptado

quinta-feira, 21 de março de 2013

muito mais que louvor


Pois também, se a trombeta der som incerto quem se preparará para a batalha? 1 Cor 14:8
Pensando nos ministérios ligados ao louvor na Igreja é que queremos refletir sobre o texto bíblico acima.
Um primeiro passo seria associarmos: trombeta e batalha. Trombeta nos lembra música, porém batalha não se parece com música. Talvez até mesmo nos dê a impressão de que quando a batalha começa a “música” tem que parar.
O que o texto nos informa é que a batalha está relacionada com o sonido da trombeta. A nossa função enquanto ministério de louvor na igreja é preparar o povo para a batalha. Culto não é entretenimento, é BATALHA. Uma batalha espiritual.
Em toda batalha corre-se risco de vida ou morte. Esse é o tom da responsabilidade da nossa adoração. Só um soldado louco é que levaria “na brincadeira” uma batalha! A comunicação da trombeta faz com que o exército compreenda o que se deve fazer, sendo assim o papel de quem dá o sonido da trombeta é essencial. Um bom louvor facilita o pregador entregar a mensagem, um bom louvor por si só carrega uma mensagem contida na Palavra, um bom louvor ministra cura, libertação e salvação na vida das pessoas. Basta percebermos que nem toda gente compreende a Palavra, mas facilmente pode emocionar-se e ser tocada num louvor, esquece quem pregou, o que foi pregado mas fica com a mensagem do louvor na cabeça.
Damos sonido incerto: quando não damos testemunho, quando não vivemos aquilo que nós cantamos, quando damos show para os humanos e meditar se realmente estamos agradando à Deus, quando fazemos as coisas relaxadamente, quando tocamos, cantamos e não ouvimos a mensagem, quando deixamos a vaidade entrar e com isso expulsamos o Espírito Santo de nós.
O louvor na Igreja não serve de “aperitivo” até que venha a mensagem como prato principal. Quem de nós pode dizer quando o Senhor irá operar no culto? A batalha já existe antes do culto, e torna-se mais renhida quando o culto começa. Não tendo uma visão nítida do mundo espiritual, devemos tocar pela Fé, na certeza que a batalha está sendo vencida quando cumprimos a nossa parte.
O louvor fornece armas para que pessoas sendo libertas passem a lutar do nosso lado no exército. O louvor leva as pessoas a focarem suas mentes e corações no Senhor, prepara o nosso ser para desfrutar o mover daquele culto.
Não podemos esquecer que podemos dar “sonidos incertos” também nas “pequenas” coisas: volume do som, comportamento antes e depois da ministração do louvor, escolha das canções, “excessos” de uma maneira geral, roupas. Detalhes que fazem a diferença numa batalha em que há risco de vida.
A Batalha já começou! Está pronto?

texto extraido gospelmais.com.br adaptado por Àdamo

quinta-feira, 7 de março de 2013

abundância de bens







Então lhes disse: "Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens". 
Lucas 12:15








“Um dia um pai de família rica, levou seu filho para viajar
para o interior com um firme propósito de mostrar o quanto as
pessoas podem ser pobres. Eles passaram um dia e uma noite na
fazenda de um família muito pobre. Quando retornaram da viagem o pai
perguntou ao filho:

- Como foi a viagem?
- Muito boa papai!
- Você viu como as pessoas podem ser pobres? o pai perguntou.
- Sim.
- E o que você aprendeu? - o pai perguntou. O filho respondeu:
- Eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles tem quatro, temos uma
piscina que alcança o meio do jardim , eles tem um riacho que não tem fim.
Nós temos uma varanda coberta e iluminada, eles tem as estrelas e a lua.
Nosso quintal vai até o portão de entrada, eles tem uma floresta inteira.
Quando o pequeno garoto estava acabando de responder, seu pai ficou
estupefato. O filho acrescentou:
- Obrigado, pai, por me mostrar quão pobres nós somos.”
Uma história assim nos faz refletir sobre o verdadeiro valor das coisas. O
que é ser próspero nesta vida: ter tudo ou não sentir falta de nada? Alcançar
sucesso ou viver contente com o que se tem? Em Provérbios está escrito que
é melhor morar no deserto, comer farinha seca e ter paz, do que numa casa
cheia de carne e de confusão. Afinal, o valor das coisas depende de como
olhamos para elas...

sabidinho (iec água da vida)

sexta-feira, 1 de março de 2013

se não for por amor...


Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá. 
1 Coríntios 13:3
Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor.
Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio. Se não se arrepender, virei a você e tirarei o seu candelabro do seu lugar. 
Apocalipse 2:4-5
 Qual tem sido a real motivação pela qual você tem feito a obra de Deus? Infelizmente vejo muitos cristãos hoje, que estão dedicando suas vidas à obra de Deus, porém nem todos estão fazendo-o por amor, mas sim por sucesso, dinheiro ou mesmo por obrigação.
Qualquer que seja o motivo, se não for por amor, de nada vale no mundo espiritual. É sobre isso que Paulo exorta em I Co 13. É isso que Jesus diz à igreja de Éfeso. Eles estavam fazendo tudo direitinho, mas não era por amor. E se não é por amor, não vale nada.
Quanto temos vivido por amor? Quanto temos nos doado por amor? Quanto temos nos gastado por amor? Quantas lágrimas pelas almas perdidas?
Vejo alguns cristãos que não amam aqueles para os quais estão falando, e pregam sem amor. Percebo muitos nas redes sociais apenas reclamando, brigando, sem qualquer amor por aqueles que estão sendo ensinados. Qualquer cristão que seja, ao viver, ao se expressar, ao escrever, ao pregar, ao fazer a obra de Deus, deve fazê-la por amor.
Hoje falar sobre o primeiro amor é comum. Como se não estar no primeiro amor fosse algo normal. Não, não é. Jesus diz que a igreja de Éfeso está em pecado por não estar em seu primeiro amor. Se você não tem brilhado os olhos ao ouvir o precioso nome de Jesus. Se está mais reclamando de fazer a obra do que de fato amando aqueles para os quais deveria estar servindo, é necessário que volte para o primeiro amor.
O maior exemplo é Jesus:
Um pouco antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que havia chegado o tempo em que deixaria este mundo e iria para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. João 13:1
 Qual sua motivação ao fazer a obra de Deus? Quanto você tem amado as pessoas?
Que Deus nos leve de volta ao primeiro amor, a fim de não perdermos a nossa alma.
gospelmais.com.br