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Igreja Evangélica Congregacional de Vila Mury

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

ai daquele...

“Ai do mundo, por causa das coisas que fazem tropeçar! É
inevitável que tais coisas aconteçam, mas ai daquele por meio de
quem elas acontecem!”
-- Mateus 18:7



Nesta vida enfrentaremos tentações e todo tipo de tropeço. É
inevitável. Mas isso não desculpa quem for responsável pelo
tropeço. Não é só a pessoa que causa o tropeço, mas também aquela
que leva alguém para dentro de uma situação em que ela é tentada e
cai em pecado. Somente porque uma outra pessoa tem condições
mentais e emocionais de tomar sua próprias decisões, eu não fico
isento da minha responsabilidade ao influenciá-la. É por isso que
Deus nos alerta tanto sobre nosso exemplo e nossa influência. Eu
preciso assumir responsabilidade pela minha influência, direta ou
indireta, intencional ou sem querer. Se é justo eu ser
responsabilizado pela minha influência, isso significa também que
eu tenho escolha. Eu posso evitar situações ou atitudes que podem
levar alguém a cair. Se você já fez alguém tropeçar, você precisa
se arrepender e buscar reparar o dano. Desta forma as palavras de
Jesus podem levar ao arrependimento e à salvação, tanto sua, quanto
daquele que caiu por sua influência.




hermeneutica

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

infinitamente mais

Jesus saiu dali e foi para a beira do mar da Galiléia. Depois
subiu a um monte e se assentou. Uma grande multidão dirigiu-se a
ele, levando-lhe os mancos, os aleijados, os cegos, os mudos e
muitos outros, e os colocaram aos seus pés; e ele os curou. O povo
ficou admirado quando viu os mudos falando, os aleijados curados,
os mancos andando e os cegos vendo. E louvaram o Deus de Israel.
Jesus chamou os seus discípulos e disse: “Tenho compaixão desta
multidão; já faz três dias que eles estão comigo e nada têm para
comer. Não quero mandá-los embora com fome, porque podem desfalecer no caminho”.
 Mateus 15:29-32
A cena provavelmente parecia igual a qualquer hospital público. Centenas de doentes esperando por ajuda. Podiam ficar horas esperando, muitos começando a passar fome. Se a cura viesse, tudo que passavam seria “café pequeno”. Mas, Jesus, filho do nosso bom Pai, não fica satisfeito em apenas curar. Ele quer alimentar também. Para Jesus esse povo merece tratamento de primeira. Como nosso Deus é bom! Como ele é diferente de nós. Para nós “bom” é cumprir ou providenciar o mínimo. Para Jesus bom é dar tudo que você tem e tudo que pode, e até o que não tem e não pode. Deus sempre vai além. Para aqueles que O servem, é bom lembrar disso. Deus sempre vai além. Além das nossas expectativas. Além das nossas forças. Além do limite da nossa visão. Como nós somos abençoados quando, pela fé, deixamos ele ir além! Tem algo em que sua visão pode estar limitando a ação de Deus? Tem algo onde Deus pode ir além, mas, você ainda não o deixa? Deus pode fazer muito mais do que você imagina, mas você tem que deixar tudo nas mãos dele. Isso requer tanta fé. Talvez foi por isso que ele disse que a obra que Deus espera de nós - é simplesmente crer em Jesus (João 6:29). Ore para crer. É isso que mais precisamos.




hermeneutica

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

hipocrisia

“Hipócritas! Bem profetizou Isaías acerca de vocês, dizendo:
‘Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim’.”
    Mateus 15:7-8
O que fazia dos líderes religiosos hipócritas era sua presunção
de serem os modelos da espiritualidade, quando na verdade eles
apenas cumpriam as formas, sem o coração. O que Deus sempre quis
foi um povo que o amasse de todo coração. Não adianta honrar ou
adorar a Deus com os lábios, com as formas certinhas, segundo os
ditos padrões, quando nossos corações estão distantes dele. Um dos
alertas mais temerosos que Jesus pode dar é este – a possibilidade
de acertar na forma e errar por completo no coração. Quanto mais
nós nos preocupamos com as formas, menos nós olhamos para o
coração, e mais nos assemelhamos aos fariseus. O que precisamos
para encontrar Deus não é nenhum diploma, posição ou dom especial.
É algo simples e que está dentro de cada ser humano - apenas um
coração dedicado a buscá-Lo. Pois, foi ele mesmo que prometeu
"Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o
coração." (Jer 29:13) Volte seu coração para encontrar o Senhor,
que ele há de enchê-lo de toda sua presença. Que Deus lhe abençoe.
hermenutica

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

sabedoria

Então perguntou Jesus: “Vocês entenderam todas essas coisas?”
“Sim”, responderam eles.
                                                                                 Mateus 13:51



A palavra traduzida como “compreender” ou “entender” é um termo
chave neste capítulo. Em vv. 13-15 é o que separa os discípulos do
povo que ouve, mas que não pratica. É o que separa as pessoas
representadas pelo primeiro e o último solo (vv. 19 e 23). Ambas
escutam, mas apenas uma entende. Agora Jesus precisa saber – vocês
entenderam? É bom saber explicar vários ensinamentos, ou ter o
conhecimento das línguas originais para fazer uma exegese exemplar.
Pode ser útil saber defender certas posições doutrinárias com
vigor. Há pessoas que conseguem fazer estas coisas, mas pelo seu
comportamento e atitudes revelam que não compreendem o que Jesus
ensinou sobre o caráter do Reino. Entender Jesus exige nosso
esforço, pois as nossas mentes não se inclinam naturalmente à
orientação do Espírito. Por isso é necessário algo mais. Precisamos
rogar a Deus para que Ele nos dê a compreensão que precisamos.
Quando você abrir sua Bíblia, peça a Deus uma mente aberta para
aprender. Quando você escutar uma pregação ou aula, ou ler um
estudo, ore a Deus para compreender o que Ele está querendo lhe
dizer. Deus dará sabedoria a quem pedir (Tiago 1:5). Mas, não se
esqueça de pedir.



hermeneutica

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

luz do Senhor

“Por essa razão eu lhes falo por parábolas: ‘Porque vendo, eles
não vêem e, ouvindo, não ouvem nem entendem’. Neles se cumpre a
profecia de Isaías: ‘Ainda que estejam sempre ouvindo, vocês nunca
entenderão; ainda que estejam sempre vendo, jamais perceberão. Pois
o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram
com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse,
poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o
coração e converter-se, e eu os curaria’.”
                                                                                                     Mateus 13:13-15

O propósito de Jesus em falar por parábolas não era esconder a
verdade. As pessoas que sinceramente a procuravam encontraram. Mas,
aqueles que procuravam debates e discussões encontraram apenas
histórias com significado misterioso. Na forma figurativa em que
Jesus falou, ele conseguiu se comunicar com as pessoas que queriam
ouvir e evitou por mais tempo o confronto com aqueles que queriam
silenciá-Lo. Como Isaías nos lembrou, o órgão mais ligado ao ouvido
é o coração. Você está treinando o seu? Num apagão, o cego leva
certa vantagem. Ele está acostumado à escuridão. Seus ouvidos e
outros sentidos estão mais sensíveis e o ajudam a "ver" coisas na
escuridão que o homem com visão não consegue. Nós andamos num mundo
cheio de trevas. Muitos não enxergam o perigo que nos cerca e andam
às cegas, pensando que vêem. Se você pedir a Deus, ele iluminará o
seu caminho. Ele lhe dará entendimento e sensibilidade para sua
Palavra, que é a lâmpada para nosso caminho (Salmos 119:105). Peça
a Deus e você verá. Peça também por aqueles ao seu redor que não
estão vendo para onde estão caminhando. Que eles possam ver a luz
que Deus nos enviou!



hermeneutica

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

levando Jesus

“Afinal, o que foram ver? Um profeta? Sim, eu lhes digo, e mais
que profeta. Este é aquele a respeito de quem está escrito: “
‘Enviarei o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu
caminho diante de ti’.”
                                            Mateus 11:9-10



João Batista foi um profeta, e também objeto de profecia (Mal
3:1). Enquanto outros profetas anunciaram a era messiânica, João
abriu caminho para o próprio Messias. Enquanto outros profetas
falaram da salvação de Deus, João pôde indicar o próprio Salvador.
Foi profetizado que Deus enviaria Elias para preparar os corações
do povo (Mal 4:5). João também cumpriu esta profecia (Mt 11:14).
Profeta, objeto de profecias e o precursor do próprio Messias, João
era, como Jesus disse, "mais que profeta". Como a ponta do iceberg,
a era que João abriu trouxe mudanças as quais a humanidade nunca
vira igual, nem antes nem depois. Contudo, é preciso lembrar, como
a profecia que anunciou a vinda de João, que tudo aquilo aponta
para uma coisa só - a pessoa de Jesus. Por maior que um homem, um
ministério, uma igreja, ou um movimento seja, é preciso que guie as
pessoas para o alvo certo - Jesus Cristo, o Messias de Deus. Se
você mesmo for analisar seu serviço, seu ministério, em fim sua
vida, eles estão levando pessoas para quem? Você está ajudando
familiares, amigos e colegas a verem Jesus? Pode ser uma palavra de
exortação, consolo ou encorajamento. Pode ser uma visita ou um
e-mail. Você pode enviar uma meditação ou um devocional como este.
Por mais simples que seja, use os meios que você tiver para mostrar
Jesus. É isso que todos os servos de Deus, do maior ao menor, podem
e devem fazer. E não há ministério maior que esse.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

não julgue

“Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma
forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem,
também será usada para medir vocês.           Mateus 7:1-2


Poucas frases de Jesus têm sido tão mal aplicadas como essa. O mundo torce este ensino do Mestre para dizer “não se meta na vida dos outros”. Esta idéia parte do relativismo moderno, segundo o qual não há nenhuma verdade absoluta e cada pessoa deve decidir por si só o que é certo e errado. No entanto, Jesus ensinou a seus discípulos que é necessário corrigir irmãos em pecado (Mt 18:15-17). Paulo se admirou que os Cristãos em Corinto tolerassem um membro vivendo abertamente em pecado (1 Cor 5:1-2). Estas e diversas outras passagens confirmam que é necessário julgar no sentido de estar atento para pecado ou erro em nossas vidas e nas vidas dos outros, e agir para que haja arrependimento quando for necessário. O problema principal não é o ato de julgar em si, mas, um espírito crítico, que anda com uma lupa atrás de falhas  nos outros, e, quando as vê, condena severamente. Vemos isso no uso da palavra “medida” (do grego “metron”) na segunda frase. Não é o ato de julgar em si, mas, a medida que é usada. Ao vermos um erro ou pecado, se julgamos com misericórdia, confiando que a pessoa quer se arrepender, e nos oferecendo para ajudar, teremos uma reação. Se criticamos com ironia e condenamos com severidade, teremos outra
reação. Como é que você quer que Jesus olhe para seus erros?


hermeneutica

segunda-feira, 14 de julho de 2014

cisco no olho

“Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’,
quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão.”                                Mateus 7:3-5
                                                                                Jesus gostava de hipérbole, aquele exagero usado para dar
ênfase. Aqui o ponto é quase cômico. A figura do objeto no olho
deixa mais claro seu ponto em versículos 1-2. Para uma pessoa
enxergar um cisco no olho do outro ela deve estar extremamente
próxima e procurando alguma falha. Para que ela estaria chegando
tão perto e procurando erros? O que Jesus está condenando é o
espírito crítico, a atitude que só consegue enxergar falhas nos
outros ou que, vendo erros, logo julga a pessoa com severidade. É
uma verdade geral que a pessoa que habitualmente julga os outros
com todo rigor ainda não enxergou quão grande são suas próprias
falhas. Embora haja pessoas que excedem nisso, a maioria de nós
ainda “costumamos ver nossa própria injustiça com lente de redução,
enquanto a do outro com lente de aumento” como notou Fritz
Rienecker. A solução é olhar os outros com a misericórdia que
queremos que Deus use para conosco. Duas coisas que não devemos
julgar são os motivos dos outros (1 Cor 4:5), e questões de costume
e opinião pessoal (Rom 14:1-8). Quando houver erro vamos agir com
mansidão (Gl 6:1) e julgar com misericórdia (Col 3:13). E vamos
começar olhando primeiro para nós. Quando reparamos o quanto há
para mudar em nós mesmos, vamos estar bem mais aptos para ajudar
outros.



hermeneutica

quinta-feira, 29 de maio de 2014

amor ao próximo

“Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame o seu próximo e odeie o seu
inimigo’. Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por
aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu
Pai que está nos céus. Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e
bons e derrama chuva sobre justos e injustos.”
                                                Mateus 5:43-45
Reflexão

A lei mandava amar o próximo (Lev 19:18). Mas alguns intérpretes
da lei concluíram que uma inferência necessária do amor ao próximo
seria o ódio ao inimigo. Vemos como as inferências humanas são
perigosas. Só porque Deus mandou uma coisa não quer dizer que outra
coisa que não seja mandada é proibida. Se Deus mandou amar o
próximo não quer dizer que era proibido amar o inimigo. Mas, era
isso que certos intérpretes concluíram. O amor ao inimigo é um dos
maiores desafios para o Cristão. Há inimigos que causam dor, perda
e até criam obstáculos para o crescimento do Reino. É difícil
entender como amor a eles seria a vontade de Deus. Mas, ninguém fez
mais contra Deus do que aqueles que crucificaram seu filho Jesus. E
qual foi o pedido de Jesus para eles? “Pai, perdoa-lhes, pois não
sabem o que estão fazendo” (Lucas 23:34). Como John Stott observou
"Se a tortura cruel da crucificação não conseguiu silenciar a
oração do Senhor por seus inimigos, que dor, orgulho, preconceito
ou preguiça justificaria o silêncio da nossa?"



hemeneutica

sexta-feira, 9 de maio de 2014

obediência e submissão

Então Jesus veio da Galiléia ao Jordão para ser batizado por João. João, porém, tentou impedi-lo, dizendo: “Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?” Respondeu Jesus: “Deixe assim por enquanto; convém que assim façamos...”                                 Mateus 3:13-15a




Reflexão
No Evangelho de Mateus, Jesus começa seu ministério pedindo para ser batizado e o termina enviando seus discípulos a batizarem. Nos dias de hoje obediência e submissão perderam um pouco do seu atrativo. Há mais interesse em direitos e liberdades. Para Jesus, obediência e submissão eram muito mais importantes. Jesus precisava ser batizado? Claro que não! Ele não tinha e nunca teria pecado para confessar nem do que se arrepender. Então por que o Cristo foi batizado? Um dos motivos é muito simples: os homens não sabiam que Jesus era sem pecado. Se ele recusasse a se submeter a João, que impacto isto teria no ministério do homem enviado para preparar o caminho? Quantos outros não recusariam a se submeter também? Jesus
não admitiu deixar de fazer qualquer coisa que pudesse prejudicar os planos de Deus para nossa salvação. Jesus tinha o direito de recusar o batismo, uma ordenança para pecadores. Mas, ele abriu mão do seu direito para que a justiça de Deus fosse realizada. Será que há situações em que a justiça de Deus pode ser impedida se nós exigimos nossos direitos, ou recusamos a nos submeter quando não somos obrigados? Tem alguma situação em que você poderia voluntariamente se submeter a Deus, confiando como Jesus, na graça
do Pai?

sexta-feira, 25 de abril de 2014

confiança em Deus

"Aquietai-vos, e sabei que Eu sou Deus." Salmo 46.10.
 

 
No dia 27 de maio de 1974, Debbie Dortzback, 24 anos, estava fazendo sua movimentação rotineira num hospital-missão da Etiópia quando se viu frente a frente com um homem mascarado que lhe apontava uma arma. A Frente de Libertação da Eritréia seqüestrou-a e manteve-a em seu poder durante 26 dias num esconderijo em vila remota.
 
"A parte mais penosa deste suplício não foi comer numa caneca, ou ter meu lugar de abrigo numa cabana de toras, ou ficar apavorada ante as armas que os homens portavam", Debbie escreveu mais tarde. "Foi, na verdade, manter calma, e descansar na certeza de que Deus ainda estava no controle." No dia 9 de junho Deus fez alguma coisa para mostrar a Debbie que Ele tinha o domínio da situação. Ela teve permissão para usar um rádio, permissão esta que lhe foi dada por um de seus captores. Virando os botões, tudo que ela pôde ouvir foram estáticas e uma confusão de línguas que ela não entendia. Então, subitamente, Debbie ouviu uma voz falando em inglês. Aumentou o volume, aplicou o ouvido, e ouviu um ministro falando de uma terra longínqua. Ele dizia:
 
"Que devemos fazer quando sobrevêm problemas em nossa vida, quando somos postos em face da separação de pessoas às quais amamos, quando chegamos ao completo fim de nossos próprios recursos?" "Isto é justo para mim", Debbie pensou ao ouvir ainda as seguintes palavras do pregador:
 
"Tudo ao nosso redor pode mudar, mas há uma coisa imutável: a Palavra de Deus permanece inamovível. Deus não muda. E nEle que temos de pôr toda a nossa confiança e saber que Ele é inteiramente capaz de nos prover a solução e a paz." A voz terminou e outro programa entrou no lugar. Deixando o rádio, Debbie saiu fora. Agora parecia-lhe que tudo ao redor lhe falava do amor de Deus: os insetos povoando os arbustos, as borboletas que voavam ao redor e pousavam na rocha, e o excitado balido de uma ovelhinha extraviada do rebanho. Tudo lhe dizia que Deus estava perto, e ela estava aprendendo a aquietar-se e a aprender de Deus.
 
E você, já aprendeu a aquietar-se e confiar em Deus? Encontre uns poucos momentos hoje. Vá a algum tranqüilo recanto onde possa sentar-se e pensar em Deus. Afaste-se um pouco do ambiente ferviIhante em que vive e dos amigos, do rádio e da TV. Aquiete-se e saiba que Deus cuida; ouça-O falar a você.


blog diácono vitorino elizeu adaptado

quarta-feira, 19 de março de 2014

GRATIDÃO E FÉ(SEM FÉ É IMPOSSÍVEL AGRADAR A DEUS)!

QUE DAREI AO SENHOR? SALMOS 116:12a


"Uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra o vidro da vitrine. Os olhos brilharam quando viu determinado objeto. Entrou na loja e foi logo pedindo ao atendente: - É para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito? O homem, que era também o dono da loja, olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou: - Quanto dinheiro você tem? Sem hesitar, ela tirou do bolso um lenço todo amarradinho e o colocou sobre o balcão: - Isso dá? Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa. - Sabe, quero dar este presente para minha irmã mais velha. Desde que nossa mãe morreu ela cuida da gente e não tem tempo para si mesma. Hoje é o seu aniversário e tenho certeza que ficará feliz com esse colar. O homem foi
para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou em um vistoso papel vermelho e o entregou à menina. - Tome, leve com cuidado. Ela saiu saltitando pela rua abaixo. Aquele dia ainda não acabara, quando uma linda jovem de cabelos loiros adentrou a mesma loja. Colocou sobre o balcão o embrulho desfeito e indagou: - Este colar foi comprado aqui... Quanto custou? - Ah, o preço de qualquer produto da minha loja é um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente. A moça continuou: - Mas minha irmã tinha somente algumas moedas. Como ela fez para pagá-lo? O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho e o devolveu à jovem. - Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar: ela deu tudo o que tinha!”

O que podemos dar a Deus para retribuir o seu imenso cuidado? O que dizer a quem sendo rico se fez pobre por amor a nós? O que fazer para agradar Àquele que nos amou de tal maneira que deu seu único Filho para morrer em nosso lugar? A única resposta possível é aquela dos Salmos & Hinos: “Tudo entregarei!” Tudo o quê? Meu tempo, minha energia, minha inteligência, meus bens, meus talentos, meu louvor, minha vida. E TUDO AINDA É POUCO!




jornal o sabidinho

quarta-feira, 12 de março de 2014

provisão de Deus

Mateus 7:9-10
"Qual de vocês, se seu filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou 
se pedir peixe, lhe dará uma cobra?"
                                          

Podemos pensar que é fácil Jesus falar da providência de Deus quando ele é divino. Mas, durante os quarenta dias em que Jesus passou fome, ele só viu pedra que ele recusou transformar em pão (Mt 4:3). Jesus foi tentado a usar seu poder para se alimentar, mas ele confiou no mesmo Pai que ele retrata para nós aqui. O tentador queria convencer Jesus que, ao invés de confiar em seu Pai, ele teria que providenciar para ele mesmo. Apesar da demora e da fome que ele passava, Jesus confiou que o pão de seu Pai viria. Ele confiou que Deus Pai providenciaria todas as suas necessidades. Quando ele fala para nós deste mesmo Pai não é de uma experiência só do trono de glória no céu, mas, do chão duro do deserto, onde ele estava literalmente morrendo de fome. Uma das principais mentiras de Satanás, que ele usou contra Eva e tentou usar contra Jesus, é de que Deus não dará coisas boas a seus filhos. Precisamos
parar de dar ouvidos a essa mentira e começar a crer nas Palavras de Jesus. É bom lembrar que, apesar de que todos os dias providenciamos e preparamos as refeições para nossos filhos, a maioria deles, na hora do almoço ou do jantar ainda vem com aquela mesma pergunta "O que é que vamos comer"? Por quê? Porque dependem de nós e esperam para nós tomarmos a iniciativa de preparar aquele alimento. Se nós não estranhamos que todo dia nossos filhos vêm nos pedir algo que sempre damos, talvez não devemos estranhar que Deus espera a mesma coisa de nós.



hermeneutica

sexta-feira, 7 de março de 2014

pedir, buscar e bater




"Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta."                                                                                           Mateus 7:7-8




Embora Jesus use outras palavras (pedir, buscar, bater) o assunto é oração. O Mestre já ensinou a seus discípulos que a oração não deve ser para chamar atenção (6:5-6). Ela deve ser de acordo com a vontade de Deus, "seja feita a tua vontade" (6:10), e num espírito disposto a dar o mesmo perdão que nós pedimos a Deus (6:12). Portanto, Jesus não está dando um cheque em branco para qualquer coisa que um discípulo queira pedir a Deus. Porém, Ele não coloca limites naquilo que Deus poderá dar. É talvez aí que está justamente o ponto de Jesus nesta frase. Não há limite. Quantas vezes deixamos de pedir a Deus uma cura, uma mudança de oração, que Ele abra uma porta, que Ele converta uma pessoa, porque deixamos de crer em milagres? Quantas vezes lutamos com conflitos dentro de nós, carregamos fardos pesados demais, ou simplesmente blasfemamos o nome de Deus com nossas reclamações, quando tudo que era preciso é pedir? Deus quer dar. O que é que você está esperando? Peça a Ele. Ele não é seu Pai? 


hermeneutica

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

recompensa no céu ou na terra?

"Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com
trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim
de serem honrados pelos outros. Eu lhes garanto que eles já
receberam sua plena recompensa."
                                                  Mateus 6:2



Sabemos que o Cristão não deve se preocupar com tesouros aqui. Longe de nós a cobiça e o consumismo desenfreado do mundo. Muitos discípulos conseguem se livrar dessas tentações. Mas, há outra cobiça que às vezes vem e estraga tudo. É a cobiça pelo reconhecimento. Dizemos que temos fé em Deus. Mas, na questão do reconhecimento revelamos aonde realmente está a nossa fé. Ao invés de esperar pela recompensa que Deus nos promete, queremos uma porção aqui. Queremos a atenção de nossos amigos, colegas e irmãos. Queremos um pouco de pagamento adiantado nas promessas de Deus. Se não conseguimos esperar a recompensa que Deus está guardando para nós, então tudo que teremos é isso aqui. Perderemos o que Deus está guardando para nós. Qual recompensa você acha será maior?

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

como estão teus olhos?




"Os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos forem bons,
todo o seu corpo será cheio de luz. Mas se os seus olhos forem
maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que
está dentro de você são trevas, que tremendas trevas são!"                                                                     (Mateus 6:22-23)




Alguns são abençoados por Deus e ricos em bens porque Deus sabe que usarão seus tesouros para o serviço ao Senhor (2 Cor 9:11-13).
Outros conquistarão bens e tesouros porque estes estarão no centro
da sua atenção, do seu "olho". O olho que não está preso aos bens é
saudável e conseguirá ver onde Deus está guiando. Quando Deus
precisar, o homem saudável abrirá mão dos bens ou os compartilhará
com outros, porque saberá que vieram de Deus e precisam ir para o
destino que Ele determinar. O homem cujo olho se ocupa com os bens
estará preso ao seu tesouro e não conseguirá ver quando Deus
chamar. Seu olho é doente, pois se ocupa com coisas que perecem. Se
o olho, aquilo que é para iluminar e guiar, estiver corrompido, não
haverá outro destino final a não ser a destruição. O egoísmo,
aquele desejo que nos prende aos bens, é o nome que damos à divisão
do homem em dois. Uma parte quer servir a Deus, outra parte quer se
servir. Dividido assim o homem será destruído. Só quando
entregarmos tudo a Deus - olho, corpo e alma é que podemos ser
salvos. Que Deus nos ajude a olharmos para uma coisa só - a pessoa
de Jesus (Heb 12:2).

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

decisão e renùncia

Lucas 14:31-35
“Ou, qual é o rei que, pretendendo sair à guerra contra outro
rei, primeiro não se assenta e pensa se com dez mil homens é capaz
de enfrentar aquele que vem contra ele com vinte mil? Se não for
capaz, enviará uma delegação, enquanto o outro ainda está longe, e
pedirá um acordo de paz. Da mesma forma, qualquer de vocês que não
renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo.“O sal é
bom, mas se ele perder o sabor, como restaurá-lo? Não serve nem
para o solo nem para adubo; é jogado fora.“Aquele que tem ouvidos
para ouvir, ouça”.



 Apelos emocionados em campanhas evangelísticas tendem a render
resultados. Não é raro pessoas decidirem "aceitar Jesus" após uma
pregação inflamada. E o dia seguinte? E a semana, e mês e anos
seguintes? Como fica a decisão? É bom começar a seguir Jesus com a
empolgação de uma boa mensagem ou estudo da Palavra. Mas, é
necessário também se perguntar se esta decisão inclui não só o
coração, mas, também a mente, o relógio, a carteira, em fim - tudo.
Para ter Jesus como Salvador, temos que tê-Lo também como Senhor do
nosso tempo, nosso dinheiro e todo o resto. Como um amigo disse "a
sua decisão de seguir Jesus deve ser a última decisão que você
toma. Daquele momento em diante, quem toma o resto das decisões na
sua vida tem que ser Jesus".



hermeneutica

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

plantar pra colher

Então Jesus perguntou: “Com que se parece o Reino de Deus? Com
que o compararei? É como um grão de mostarda que um homem semeou em
sua horta. Ele cresceu e se tornou uma árvore, e as aves do céu
fizeram ninhos em seus ramos”. Mais uma vez ele perguntou: “Com que
compararei o Reino de Deus? É como o fermento que uma mulher
misturou com uma grande quantidade de farinha, e toda a massa ficou
fermentada”.      
Lucas 13:18-21                                                
O Reino de Deus é assim mesmo! O que é o Evangelho? São poucas
palavras, às vezes faladas sem sofisticação ou treinamento. Um
homem conta como Deus o livrou de um vício. Uma mulher testemunha
como Deus a libertou da imoralidade. Uma pregação sobre o filho
pródigo. Uma ilustração sobre o túmulo vazio na Páscoa. De repente
um homem entende, uma mulher começa a enxergar. Abrindo uma Bíblia
que passou anos acumulando poeira na estante, eles começam a
compreender o grande amor de Deus. Com o tempo eles se convertem, e
começam a compartilhar sua transformação com outros. Um vizinho, um
parente, um casal de amigos e com o tempo um pequeno grupo de
estudo bíblico se torna uma igreja. Com o passar dos anos aquela
igreja planta outras. E como foi que tudo começou? Alguém contando
as Boas Novas em suas próprias palavras, vestidas das experiências
de uma vida comum. Semente. Fermento. É isso mesmo. O evangelho
começa pequeno e discreto. Mas, só os céus poderão saber o que Deus
fará com algo tão poderoso. Já plantou alguma semente hoje?



hermeneutica