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Igreja Evangélica Congregacional de Vila Mury

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Galardão

Então Pedro lhe respondeu: “Nós deixamos tudo para seguir-te!
Que será de nós?” Jesus lhes disse: “Digo-lhes a verdade: Por
ocasião da regeneração de todas as coisas, quando o Filho do homem
se assentar em seu trono glorioso, vocês que me seguiram também se
assentarão em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel.”
-- Mateus 19:27-28












Jesus concluiu seu chamado para o jovem rico prometendo um
tesouro no céu. A promessa despertou a curiosidade de Pedro. “E meu
sacrifício?” Pedro perguntou. “E meu esforço?” “E minhas perdas?”
Você já quis perguntar algo assim a Deus? Apesar do egoísmo
evidente na pergunta de Pedro, Jesus o assegura de que Deus está
vendo o sacrifício dele. Ele também está vendo o seu. Todo
sacrifício por causa do Reino será recompensado. A palavra
“recompensa” ocorre seis vezes só no Sermão do Monte. É uma das
promessas mais consistentes de Jesus. Mas a promessa precisa ser
compreendida junto com a graça. Alguns tentam merecer a salvação
pelas suas obras. Outros pensam que têm que pagar por cada pecado
que cometeram. Esse sistema de mérito e dívida entra em choque
frontal com a obra redentora de Jesus. Não há esforço humano que
poderia nos fazer merecer a salvação. A recompensa que Deus nos
promete é sempre numa proporção muito além do nosso mérito. O
problema não está em receber algo de Deus em reconhecimento pelo
nosso esforço. O problema está em pensar que nosso esforço merece
alguma recompensa. Na realidade, já recebemos as maiores bênçãos
que Deus pode dar – ser adotados como filhos e entrar em plena
comunhão com Deus Pai, Jesus Cristo e o Espírito Santo. Tudo que
vem daqui pra frente é lucro. Já imaginou o que aquele que, com a
sua palavra, formou o universo quer dizer quando diz “grande é o
vosso galardão”? Como vai ser incrível ver o que Jesus foi preparar
para nós! Um presente como este, você nunca viu igual!



hermeneutica

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Graça de Deus

“Pois o Reino dos céus é como um proprietário que saiu de manhã
cedo para contratar trabalhadores para a sua vinha. Ele combinou
pagar-lhes um denário pelo dia e mandou-os para a sua vinha. “Por
volta das noves hora da manhã, ele saiu e viu outros que estavam
desocupados na praça, e lhes disse: ‘Vão também trabalhar na vinha,
e eu lhes pagarei o que for justo’. E eles foram. “Saindo outra
vez, por volta do meio-dia e das três horas da tarde, fez a mesma
coisa. Saindo por volta das cinco horas da tarde, encontrou ainda
outros que estavam desocupados e lhes perguntou: ‘Por que vocês
estiveram aqui desocupados o dia todo?’ ‘Porque ninguém nos
contratou’, responderam eles.“Ele lhes disse: ‘Vão vocês também
trabalhar na vinha’. “Ao cair da tarde, o dono da vinha disse a seu
administrador: ‘Chame os trabalhadores e pague-lhes o salário,
começando com os últimos contratados e terminando nos primeiros’.
“Vieram os trabalhadores contratados por volta das cinco horas da
tarde, e cada um recebeu um denário. Quando vieram os que tinham
sido contratados primeiro, esperavam receber mais. Mas cada um
deles também recebeu um denário. Quando o receberam, começaram a se
queixar do proprietário da vinha, dizendo-lhe: ‘Estes homens
contratados por último trabalharam apenas uma hora, e o senhor os
igualou a nós, que suportamos o peso do trabalho e o calor do dia’.
“Mas ele respondeu a um deles: ‘Amigo, não estou sendo injusto com
você. Você não concordou em trabalhar por um denário? Receba o que
é seu e vá. Eu quero dar ao que foi contratado por último o mesmo
que lhe dei. Não tenho o direito de fazer o que quero com o meu
dinheiro? Ou você está com inveja porque sou generoso?’ “Assim, os
últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos”.
-- Mateus 20:1-16










Do ponto de vista da lógica humana, a queixa dos primeiros
trabalhadores parece justa. Quanto mais se trabalha, mais se deve
ganhar. Isso pode ser justo quando buscamos receber o que
merecemos. Mas na economia do Reino, ninguém quer o que merece. Se
fôssemos receber o que merecemos estaríamos todos perdidos. O que
nós queremos é a graça. E a graça é sempre dada de acordo com
Aquele que a concede. Independente do tamanho do sacrifício, todos
nós somos igualmente devedores da graça de Deus. O pastor emérito e
a faxineira do prédio da igreja, o missionário que labora por
cinqüenta anos na seara e o aidético que se converte pouco antes de
sucumbir – cada um receberá a mesma medida da graça de Deus. A
atitude de cada um deve ser de gratidão pela imensa bondade de
Deus. Talvez os primeiros trabalhadores ficaram por último porque o
senhor deles já sabia da sua atitude - ressentimento ao invés de
gratidão. Tomara que a mesma coisa não aconteça conosco no porvir.
Não importa o tamanho do seu ministério ou da sua dívida em pecados
perdoados, o que Deus tem reservado para você é muito mais do que
você merece. Dê graças a Jesus pela graça de Deus.



hermeneutica

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Ele sabe o que é melhor

Então, aproximou-se de Jesus a mãe dos filhos de Zebedeu com
seus filhos e, prostrando-se, fez-lhe um pedido. “O que você
quer?”, perguntou ele. Ela respondeu: “Declara que no teu Reino
estes meus dois filhos se assentarão um à tua direita e o outro à
tua esquerda”. Disse-lhes Jesus: “Vocês não sabem o que estão
pedindo. Podem vocês beber o cálice que eu vou beber?” “Podemos”,
responderam eles.
-- Mateus 20:20-22










Tiago nos lembra que, às vezes, quando não recebemos o que
pedimos a Deus, é porque pedimos mal (Tg 4:3). Ele está pensando em
quando pedimos coisas por motivos egoístas. Mas, também, não
recebemos muitas vezes porque Deus é tão bom. Deus sabe que às
vezes pedimos coisas que nos trarão dor e sofrimento. Se aquela dor
e sofrimento no final nos farão bem, Deus pode até conceder o
pedido de oração. Entretanto, se não temos condições de lidar com
aquela provação, Deus não concederá. Alguns Cristãos bem
intencionados às vezes dizem que não recebemos tal coisa que
pedimos a Deus por falta de fé. Isso é possível. Mas, pode ser que
não recebemos por causa do grande amor e carinho de Deus por nós. A
mãe de Tiago e João não fazia idéia do que estava pedindo. Jesus
acaba de descrever o sofrimento que cerca seu próprio caminho para
a glória no Reino. É evidente que os filhos de Zebedeu querem a
glória, porém não entendem ainda a provação que a acompanha. Às
vezes nós também não sabemos o que pedimos. Vamos dar ouvidos a
este alerta de Jesus e sempre em nossos pedidos a Deus lembrar que
Ele sabe o que é melhor para nós. 



hermeneutica