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Igreja Evangélica Congregacional de Vila Mury

segunda-feira, 29 de junho de 2015

a carta



“Desde agora, a coroa da justiça está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, dará naquele dia a todos os que amarem a sua vinda.” (II Timóteo 4:8)



“Senhor, estou muito preocupado com a tua volta. Alguns dos sinais que indicaste estão se cumprindo e já há muitos teólogos e pregadores que falam abertamente sobre a proximidade de tua segunda vinda. Por isso, ò Mestre, apresso-me a escrever para te suplicar: NÃO VENHAS AGORA! Estou metido em muitos negócios que não podem ser interrompidos no pé em que estão; deixa que primeiro eu solucione alguns problemas e depois podes voltar. Mas não voltes num dia chuvoso ou frio, pois em dias assim eu gosto de ficar em casa revendo fotografias, lendo um livro romântico ou ouvindo músicas antigas. Peço-te também que não venhas num dia de muito calor, porque será muito difícil eu sair da minha sala com ar condicionado. Por favor, Mestre, não voltes quando eu estiver gozando minhas férias, para não interromperes esses meus momentos tão raros de alegria; também não voltes num Domingo à tarde, porque eu gosto de ficar vendo televisão. Se não estou sendo importuno, Senhor, rogo-te que não voltes enquanto eu não terminar a decoração do meu apartamento e que também não chegues à noite, porque depois que instalei ar condicionado, durmo um sono tão pesado que não consigo acordar cedo nem aos domingos para levar as crianças na Igreja. Seria ótimo se não viesses na hora em que estou fazendo negócios, pois talvez não fosse gostar de ver que preciso lançar a menos por causa dos impostos, sabe como é que é: nesse mundo quem quiser ser muito honesto não vai pra frente. Por favor, Mestre, avise-me uns dias antes da tua vinda, para que tenha tempo de procurar o tesoureiro da Igreja a fim de por em dia minhas contribuições, e também porque eu gostaria de fazer as pazes com o Siqueira e me desculpar com a Maria Clara pelas coisas que eu disse a ela. Também gostaria de ter tempo de devolver aquele dinheiro que ganhei na transação com o televisor. Se puderes me avisar com uns meses de antecedência, ficarei muito grato, porque poderei por tudo em ordem e terminar a leitura do Evangelho de Lucas, que comecei quando me converti, há seis anos. Sugiro ainda que avises o pastor com antecedência, para que ele anuncie na Igreja, pois sei de muita gente que também precisa se  preparar para a tua volta. Certo de que me atenderás, aproveito o ensejo para hipotecar toda minha lealdade à tua causa. Cordialmente...”

Talvez nenhum de nós tenha coragem de escrever e assinar uma carta deste tipo. Mas infelizmente muito do seu conteúdo permeia nossas mentes e corações. A verdade é que, se possível, gostaríamos de viver aqui neste mundo para sempre e nem queremos pensar na possibilidade de partir e estar com Cristo.
Esta constatação nos remete à dura realidade que enfrentamos em nossos dias: não amamos Jesus como deveríamos! E este é único problema que precisamos resolver... Feito isto, o tema da nossa carta e o clamor do nosso coração será: 
MARANATA, VEM SENHOR JESUS!

Pr Gérson Moura adaptado por Àdamo

sexta-feira, 19 de junho de 2015

o sabão e o evangelho


     
"Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim" (Gálatas 2:20) 

Um fabricante de sabão e um pregador estavam caminhando juntos em uma rua de uma cidade grande. O fabricante de sabão falou de modo natural: "O Evangelho que você prega não tem produzido resultados, não é verdade? Veja só... existe muita maldade e muitas pessoas más neste mundo!" O pregador se manteve calado até que passaram por uma pequena criança que, muito suja, brincava com lama na rua. Aproveitando a oportunidade, o pregador disse: "eu vejo que o sabão não tem ajudado as pessoas no mundo. Existe muita sujeira e muitas pessoas sujas também. Veja só aquele menino!" O fabricante de sabão disse: "Oh, bem, o sabão só funciona quando é aplicado". O pregador comentou: "Exatamente, e assim também acontece com o Evangelho".

O que tem sido o Evangelho de Cristo para nós? Uma Palavra que lemos? Uma Palavra que pregamos? Ou uma Palavra que lemos, pregamos e aplicamos em nossa vida espiritual? 
De que adianta eu falar que Cristo é amor se eu não demonstro amor em minhas atitudes? De que vale eu mostrar ao perdido o Caminho se, constantemente, estou andando por outros lugares? De que me serve falar que o Senhor morreu na cruz para nos dar vida em abundância se eu vivo murmurando por todos os cantos como se a minha vida fosse insignificante?A minha pregação do Evangelho só produzirá resultados se ele estiver aplicado em minha própria vida. 

O mundo só será transformado por minha pregação se eu deixar que o Senhor me transforme primeiro.
Assim como o sabão retira a sujeira de quem o usa, deixemos que o Evangelho de Cristo nos purifique para que a nossa pregação alcance os corações e produza vidas plenas de felicidade neste mundo.

Tg 1-22 E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.